"Eu escrevo pra nada e pra ninguém. Se alguém me lê é por conta própria e auto-risco."
domingo, 1 de maio de 2011
“Mas eu gostava dele, dia mais dia, mais gostava. Digo o senhor: como um feitiço? Isso. Feito coisa-feita. Era ele estar perto de mim, e nada me faltava. Era ele fechar a cara e estar tristonho, e eu perdia meu sossego.”
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